Pesquisas de CeC no I Encontro da Rede Nacional de Ciência para Educação

Pesquisadores e alunos atuantes em pesquisa vinculados ‘Ciências e Cognição’ apresentaram resultados de investigações e ações no I Encontro Anual da Rede Nacional de Ciência para Educação, em São Paulo.

No dia 04 de agosto de 2018, a equipe reunindo integrantes do grupo de pesquisa Neuroeduc (Núcleo de Estudos em Neurociência e Educação) e de CeC-NuDCEN (Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação Científica e Ensino de Neurociências) participou com apresentações de trabalhos:

O papel dos cursos de férias em neurociências e da Olimpíada Brasileira de Neurociências na divulgação e popularização das neurociências“;

Uma possível associação entre o desenvolvimento motor e o funcionamento executivo de crianças da cidade de São Fidélis/RJ

Jogo Alfa-Braille: um novo recurso para o processo de alfabetização inclusiva“, de Gisella Mendes dos Santos e Alfred Sholl-Franco;

A signicidade da linguagem corporal pela estimulação ritmo-sonora na educação infantil“, de Aline Fernandes Bernal e Alfred Sholl-Franco;

A intervenção neuropsicopedagógica voltada para crianças com baixo rendimento escolar“, ;

Neuroquest: o uso de tecnologias digitais de informação e comunicação na divulgação e alfabetização científica em neurociências“, ;

Percepções de profissionais da educação especial sobre a alfabetização inclusiva e a importância da ludicidade no processo de aprendizagem“, de Giselle Mendes dos Santos e Alfred Sholl-Franco; Confraternização após o evento..

Physical Acivity and cognitive health condition of institutionalized elderly in Passo Fundo – RS, Brazil

LIMA, Alisson Padilha de et al. PHYSICAL ACTIVITY AND COGNITIVE HEALTH CONDITION OF INSTITUTIONALIZED ELDERLY IN PASSO FUNDO- RS, BRAZIL. Ciências & Cognição, v. 23, n. 1, mar. 2018. ISSN 1806-5821. Disponível em: <http://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/1436>. Acesso em: 13 Abr. 2018.

PHYSICAL ACTIVITY AND COGNITIVE HEALTH CONDITION OF INSTITUTIONALIZED ELDERLY IN PASSO FUNDO- RS, BRAZIL.

Alisson Padilha de Lima, Ezequiel Vitório Lini, Marilene Rodrigues Portella, Marlene Doring, Fabrício Bruno Cardoso

Resumo

The research aimed at identifying factors related to physical activity and cognitive health in elderly living in long-stay institutions. It is a populational based cross sectional study with 191 individuals aged ?60 years. It was analysed sociodemographic variables and the ones related to health. Crude multivariable analysis were run upon Poisson regression, estimating the ratios of gross and adjusted prevalence and calculated the confidence intervals of 95 % at a significance level of p ? 0.05. The avarege age was 79,7 years (±9,8). In the adjusted model, the rate of prevalence of physical activity was 1.94 times higher among elderly people without dementia symptoms. The findings reinforce the need for ongoing incentive to physical activity practice for institutionalized elderly, since the reduction or slowing up the complications resulting from dementia and better understanding of the overall picture of health.

Palavras-chave

Cognitive Science, Homes for the Aged, Longevity

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TOP-DOWN VS. BOTTOM-UP: ALTERAÇÕES NO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES DURANTE A INDUÇÃO DE FADIGA MENTAL

de Melo, H., Nascimento, L., & Takase, E. (2018). TOP-DOWN VS. BOTTOM-UP: ALTERAÇÕES NO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES DURANTE A INDUÇÃO DE FADIGA MENTAL. Ciências & Cognição, 23(1). Recuperado de http://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/1352

TOP-DOWN VS. BOTTOM-UP: ALTERAÇÕES NO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES DURANTE A INDUÇÃO DE FADIGA MENTAL

Hiago Murilo de Melo, Lucas Martins Nascimento, Emílio Takase

 

Resumo

A Fadiga Mental (FM) ocorre durante ou após um período prolongado de demanda cognitiva repetitiva somado a recompensas insatisfatórias. Este estudo pretende investigar alterações no processamento de informações top-down e bottom-up no controle inibitório durante a indução de FM através do protocolo de tarefa cognitiva por tempo prolongado. Participaram do experimento 19 sujeitos (9 homens) com idades entre 18 e 24 anos (M=21,21 DP=1,77), submetidos ao paradigma Go/NoGo contendo cinco blocos de 250 tentativas com intervalos de 30 segundos entre blocos, totalizando 50 minutos de atividade. A ANOVA para medidas repetidas sugere efeito significativo do tempo de realização da tarefa no aumento no tempo de reação do processamento top-downF4,15 = 3,66, p<0,05, no número de erros por omissão, F4,15 = 4,75, p<0,05, e uma redução no tempo de resposta do processamento bottom-up, F4,15 = 5,39, p<0,05. Estes achados sugerem que a realização de uma tarefa cognitiva durante um período prolongado provoca prejuízo significativo no desempenho cognitivo, com ênfase no processamento de informações top-down, não impedindo a realização de um comportamento, mas prejudicando sua qualidade de execução.

Palavras-chave

Fadiga Mental; Processos Cognitivos; Top-down; Bottom-up.

Texto completo:

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“Música, som, movimento, inclusão!” – Ms. Thatiane Pires

I Semana Arte + Ciências – 19/11/2016, na UFRJ. Palestra: “Música, som, movimento, inclusão!” – Ms. Thatiane Pires, Professora de Musicalização Infanto-juvenil na FAETEC,
Rio de Janeiro. Thatiane aborda a questão da inclusão do ensino de música na grade curricular e os desafios para esta educação com alunos com necessidades especiais.
Para informações sobre o livro digital mencionado pela palestrante seguem os canais:

www.facebook/inclusaopelamusica
E-mail: inclusaopelamusica@outlook.com
WhattsApp (21)980650812

Transcrição de Cópia de APRESENTAÇÃO DEFESA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

MÚSICA, SOM, MOVIMENTO E INCLUSÃO
SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICO-MUSICAIS

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP, 2015), através do Censo escolar realizado em 2014, “54,8% das escolas brasileiras têm alunos com deficiência incluídos em turmas regulares”.
“pessoa com deficiência como aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas” (BRASIL, 2015).

O LIVRO DIGITAL
A intenção de produzir o livro digital foi oferecer aos professores especializados ou não em música que atuam na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental sugestões didáticas que possibilitem uma interação com os alunos nas salas inclusivas por meio de atividades que proporcionem experiências sonoro-musicais, lúdicas e criativas.

Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – 13.149/2015
(Estatuto da Pessoa com Deficiência)

Atividade 1:
Aquecimento
Atividade 3:
Música e Movimento
Atividade 4:
Andar pelo espaço
Atividade 7:
Escravos de Jó

Pelo que observamos até este momento, a educação inclusiva já está regulamentada. No entanto, para que a inclusão seja efetivada na prática do cotidiano escolar, garantida por lei, ainda são necessárias transformações estruturais e ações que de fato contribuam para a educação de qualidade, atendendo todas as crianças e respeitando suas diferenças.
Para Louro et al. (2009, p. 18) “incluir significa não apenas colocar todos juntos, mas ter atitudes de respeito pelas diferenças, olhar para o outro, valorizar as potencialidades e, principalmente, reconhecer a diversidade como algo inerente ao ser humano”.

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Atividade 2:
Meu nome
Atividade 5:
Cada cor um som
Atividade 6:
História sonora

Desde que nasce, a criança estabelece relações com o mundo a sua volta por meio de experiências sensoriais. A música possibilita à criança explorar esse mundo com seu corpo em movimento, interligando-se ao universo sonoro.

A MÚSICA E A CRIANÇA
melhora o desenvolvimento geral.
diminui problemas de aprendizado.
melhora o funcionamento do cérebro.

MÚSICA E INCLUSÃO
ADAPTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Em nosso trabalho, com crianças com e sem deficiência visamos utilizar de forma lúdica atividades musicais que vivenciem o corpo, o som e o ritmo por meio de jogos e brincadeiras para que a criança assimile melhor os conteúdos propostos e alcance os objetivos traçados de maneira significativa.

De acordo com Louro et al. (2006, p. 82), ocasionalmente, são necessárias adaptações e adequações feitas pelos professores para “facilitar ou viabilizar a aprendizagem de alunos que possuem maiores dificuldades”.

Dentre as Adaptações Pedagógicas, aquela que consiste na mais usada pelos professores é a adaptação do método de ensino e do material, isto é, “alterações na maneira de lecionar, no material utilizado para favorecer a compreensão dos alunos ou nas estratégias de ensino, levando em consideração as particularidades de cada um” (LOURO et al., 2006, p. 84).

Podemos considerar a música como uma grande aliada na educação para o processo de inclusão de crianças com deficiência e na promoção da interação na diversidade escolar.

Recursos
visuais, táteis e sonoros
fantoches, dedoches, lenços, cordas, tecidos, baldes, bambolês, bichos de pelúcia, bolas de diferentes tamanhos e texturas, etc.
Tendo em conta que a música, modo peculiar de se organizar experiências, atende a diferentes aspectos do desenvolvimento humano (físico, mental, social, emocional, espiritual), infere-se ser possível recortar seu papel como agente facilitador e integrador no processo educacional, enfatizando desse modo sua importância nas escolas em virtude de sua ação multiplicadora de crescimento. (SEKEFF, 2007, p. 18)
Inclusão Educacional
Música e movimento
Trabalhar – noção de corpo no espaço físico, consciência corporal, desinibição, coordenação motora, noção de tempo, atenção, esquema corporal, tônus, equilíbrio e integração em grupo.
Andar pelo espaço
Cada cor um som
Sonorização de história
Guli guli
Brinquedo cantado
Escravos de Jó
Atividade 8:
Guli guli
Gainza (1988) considera que os recursos de todo tipo destinados a atrair o sujeito para o objeto musical e, posteriormente, fazer com que o focalize com atenção e concentração, atuam como catalizadores de processo natural de musicalização, dando lugar, por sua vez, a um subprocesso de motivação, cujo objetivo é estimular o indivíduo, de modo a aumentar a quantidade e a qualidade de seus alimentos musicais (GAINZA, 1988, p. 27, grifo da autora).

A partir da experiência musical, a criança amplia sua percepção sonora, entrando em contato com diversas fontes sonoras.

Brincando, ela se relaciona com a música através do canto, da escuta, dos movimentos corporais e do contato com os instrumentos musicais.

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I Simpósio Brasileiro de Neurociências – 4 a 6 de maio de 2018

O I Simpósio Brasileiro de Neurociências (I SBN) ocorrerá de 04 a 06 de maio de 2018, no Campus da Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro – RJ.

O I Simpósio Brasileiro de Neurociências abordará temas sobre o envelhecimento, promovendo discussões acadêmicas que irão dos estudos em pesquisa básica até as práticas clínicas e de reabilitação, valorizando a transversalidade e a multidisciplinaridade. O evento conta com atividades teóricas, práticas, competições em neurociências e apresentação de trabalhos científicos.

Esta importante parceria com entre a Organização Ciências e Cognição (OCC) e Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação Científica e Ensino de Neurociências (CeC-NuDCEN/UFRJ), contando com a participação de renomados neurocientistas nacionais em nosso evento, em palestras e minicursos.

PRÉ- PROGRAMA – I SIMPÓSIO BRASILEIRO DE NEUROCIÊNCIAS 2018

VI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE NEUROCIÊNCIAS/ I OLIMPÍADA BRASILEIRA DE NEUROCIÊNCIAS PARA GRADUANDOS

04/05

MESAS E PALESTRAS

Horário

Atividade

Palestrante

08:00 Credenciamento
08:30 Cerimônia de Abertura Prof. Dr. Alfred Sholl-Franco (UFRJ)
08:45
Mesa-Redonda: “Doenças Cérebro Vasculares” (parte 1)
Prof. Dr. Pedro Moreno (UFRJ)
09:30 Prof. Dr. Mauro Ferreira (UFMG)
10:15 Intervalo
10:30
Mesa-Redonda: “Doenças Cérebro Vasculares” (parte 2)
Prof. Dr. José Vicente (UFRJ)
11:15 Debate
12:00 Almoço
13:00 Sessão de Apresentação de Pôsteres
14:00
Mesa-Redonda: “Parkinson” (parte 1)
Prof. Dr. Jean-Cristophe Houzel (UFRJ)
14:45 Prof. Dr. Elizabete Castelon Konkiewitz (UFGD)
15:30 Intervalo
15:45
Mesa-Redonda: “Parkinson” (parte 2)
Prof. Dr. Clynton Correia (UFRJ)
16:30 Debate

 

05/05

MESAS E PALESTRAS

Horário

Atividade

Palestrante

08:00 Credenciamento
08:45
Mesa-Redonda: “Alzheimer” (parte 1)
Profa. Dra. Adriana Melibeu (UFF)
09:30 MD. Aline Saraiva (UFRJ)
10:15 Intervalo
10:30
Mesa-Redonda: “Alzheimer” (parte 2)
Profa. Dra. Paula Chaves (UFRJ)
11:15 Debate
12:00 Almoço
13:00 Olimpíada Brasileira de Neurociências para Graduandos (OBNG) – Prova de Morfologia
14:00
Mesa-Redonda: “Qualidade de Vida” (parte 1)
Profa. Barbara Spenciere (PUC/RJ)
14:45
15:30 Intervalo
15:45
Mesa-Redonda: “Qualidade de Vida” (parte 2)
MSc. Márcia Godinho
16:30 Debate
17:00 Palestra: “Relevância das Neurociências para a formação acadêmica e a atuação profissional: novas perspectivas e oportunidades Prof. Dr. Anderson Herculano (UFPA)
Cerimônia de Encerramento e Entrega de Prêmio de melhor trabalho

Minicursos

Horário

Atividade

Palestrante

09:00-12:00
Escalas motoras MSc. Fabrício Cardoso (Faculdade CENSUPEG)
Efeitos da prática de Yoga e meditação no Sistema Nervoso Central – evidências científicas. MSc. Rui Afonso (Instituto do Cérebro, SP)
12:00 Almoço
14:00-17:-00
Sistema de apoio a decisão para diagnóstico de doenças associadas ao envelhecimento Prof. Dr. Flavio Luiz Seixas (UFRJ)
O envelhecimento do cérebro Prof. Dr. Claudio Serfaty (UFF)

I Olimpíada B rasileira de Neurociência (OBN)

I Olimpíada Brasileira de Neurociências para Graduando (OBNG)

Horário

Atividade

13:00 Prova de Morfologia OBN/OBNG
16:00 Prova de Caderno OBN
17:00 Prova de Caderno OBNG

 

06/05

VI Olimpíada Brasileira de Neurociências (VI OBN)

I Olimpíada Brasileira de Neurociências para Graduando (OBNG)

Horário

Atividade

13:00 Prova de Morfologia OBN/OBNG
16:00 Prova de Caderno OBN
17:00 Prova de Caderno OBNG

 

“O Morro dos Ventos Uivantes”, a Metafísica do Amor e a Neurobiologia Evolutiva

Esta palestra propõe um diálogo entre a literatura, a metafísica do amor e a neurobiologia do amor. O objetivo é estabelecer uma relação entre diferentes campos, contribuindo para a construção da matriz de pensamento contemporânea sobre o encontro das neurociências com o sentimento amoroso. Parte da obra de Emily Bronte, passando por Schopenhauer e Darwin. Este vídeo foi gravado durante as atividades práticas do “I Semana Arte+Ciência”, que ocorreu em 19/11/2016, no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), na UFRJ. Palestra sobre Redes Sociais na Divulgação Científica como Campo de Pesquisa – Prof. Dr. Glaucio Aranha (OCC / ESAJ-RJRJ). Evento promovido por Ciências e Cognição.

Sobre a palestrante:

Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em 1993 e doutora em Neurologia pela Technische Universität München (Alemanha) em 2002. Título de Especialista em Psiquiatria pela Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Psiquiatria. Título de especialista em Neurologia pela Associação Médica Brasileira e Academia Brasileira de Neurologia. Desde 2008 professora associada da Faculdade de Ciências da Saúde (curso de Medicina) na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Foi docente na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e na Universidade de Marília (UNIMAR). Docente em cursos de pós-graduação nas áreas de Saúde e Educação. Tem experiência nas áreas de transtornos de aprendizado, neurocognição, aspectos neuropsiquiátricos na infecção pelo HIV.

A atividade foi promovida por “Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação e Ensino de Neurociências” (CeC-NuDCEN), do IBCCF/UFRJ.

O vídeo é um recorte do evento e possui direitos reservados.

Olimpíada Brasileira de Neurociências para Graduandos

Logo da OBNG

I Olimpíada Brasileira

de Neurociências para Graduandos

(I OBNG)

Conheça as normas de inscrição e particpação na I Olimpíada Brasileira de Neurociências para Graduandos (I OBNG), que ocorrerá durante o I Simpósio Brasileiro de Neurociências (I OBN). O evento será realizado no Rio de Janeiro, nos dias 05 e 06 de maio de 2018.

 

 

Neuroquest – Vídeocast – Episódio 06 – Medula Espinal

Roteiro e Apresentação – Aliny Carvalho (Medicina/UFRJ)

Imagens, som e edição – Hugo Marins (OCC/ECO/UFRJ)

Produção Executiva: Alfred Sholl e Glaucio Aranha.

Realização: “Ciências e Cognição”

Trilha sonora: Wallpaper Kevin MacLeod (incompetech.com)

Licença: Todos os Direitos Reservados. Autorizada a divulgação e incorporação com referência explícita à detentora dos Direitos – Ciências e Cognição.

Neuroquest – Episódio 05 – Organização do Encéfalo

No quinto episódio do videocast ‘NeuroQuest’, foi abordado o tema “Organização do Encérebro”, com a apresentação de Aliny Carvalho.

Roteiro e Apresentação – Aliny Carvalho (Medicina/UFRJ)
Imagens, som e edição – Hugo Marins (OCC/ECO/UFRJ)

Produção Executiva: Alfred Sholl e Glaucio Aranha.
Realização: “Ciências e Cognição”

Trilha sonora: Wallpaper Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons By Attribution 3.0 License
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Todos os Direitos Reservados. Autorizada a divulgação e incorporação com referência explícita à detentora dos Direitos – Ciências e Cognição.

“Atividades práticas para musicoterapia com autistas” – Mt. Michele Senra

Este vídeo é voltado para musicoterapautas e foi gravado durante as atividades práticas do “I Workshop Arte+Ciência e Inclusão”, que ocorreu em 19/11/2016, no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), na UFRJ.

Nesta parte das atividades do dia, a musicoterapeuta Michele Senra apresenta algumas atividades práticas desenvolvidas para atividades de musicoterapia. Trata-se, exclusivamente, da parte prática do workshop.

A atividade foi promovida por “Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação e Ensino de Neurociências” (CeC-NuDCEN), do IBCCF/UFRJ. O vídeo é um recorte do evento e possui direitos reservados.