Palestra: “Inteligência e Criatividade”

Palestra sobre “Inteligência e Criatividade” – Profa. Dra. Elisabete Castelon Konkiewitz (UFGD). Evento promovido por Ciências e Cognição.

Sobre a palestrante: Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em 1993 e doutora em Neurologia pela Technische Universität München (Alemanha) em 2002. Título de Especialista em Psiquiatria pela Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Psiquiatria. Título de especialista em Neurologia pela Associação Médica Brasileira e Academia Brasileira de Neurologia. Desde 2008 professora associada da Faculdade de Ciências da Saúde (curso de Medicina) na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Foi docente na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e na Universidade de Marília (UNIMAR). Docente em cursos de pós-graduação nas áreas de Saúde e Educação. Tem experiência nas áreas de transtornos de aprendizado, neurocognição,aspectos neuropsiquiátricos na infecção pelo HIV.

“Música, som, movimento, inclusão!” – Ms. Thatiane Pires

I Semana Arte + Ciências – 19/11/2016, na UFRJ. Palestra: “Música, som, movimento, inclusão!” – Ms. Thatiane Pires, Professora de Musicalização Infanto-juvenil na FAETEC,
Rio de Janeiro. Thatiane aborda a questão da inclusão do ensino de música na grade curricular e os desafios para esta educação com alunos com necessidades especiais.
Para informações sobre o livro digital mencionado pela palestrante seguem os canais:

www.facebook/inclusaopelamusica
E-mail: inclusaopelamusica@outlook.com
WhattsApp (21)980650812

Transcrição de Cópia de APRESENTAÇÃO DEFESA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

MÚSICA, SOM, MOVIMENTO E INCLUSÃO
SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICO-MUSICAIS

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP, 2015), através do Censo escolar realizado em 2014, “54,8% das escolas brasileiras têm alunos com deficiência incluídos em turmas regulares”.
“pessoa com deficiência como aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas” (BRASIL, 2015).

O LIVRO DIGITAL
A intenção de produzir o livro digital foi oferecer aos professores especializados ou não em música que atuam na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental sugestões didáticas que possibilitem uma interação com os alunos nas salas inclusivas por meio de atividades que proporcionem experiências sonoro-musicais, lúdicas e criativas.

Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – 13.149/2015
(Estatuto da Pessoa com Deficiência)

Atividade 1:
Aquecimento
Atividade 3:
Música e Movimento
Atividade 4:
Andar pelo espaço
Atividade 7:
Escravos de Jó

Pelo que observamos até este momento, a educação inclusiva já está regulamentada. No entanto, para que a inclusão seja efetivada na prática do cotidiano escolar, garantida por lei, ainda são necessárias transformações estruturais e ações que de fato contribuam para a educação de qualidade, atendendo todas as crianças e respeitando suas diferenças.
Para Louro et al. (2009, p. 18) “incluir significa não apenas colocar todos juntos, mas ter atitudes de respeito pelas diferenças, olhar para o outro, valorizar as potencialidades e, principalmente, reconhecer a diversidade como algo inerente ao ser humano”.

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Atividade 2:
Meu nome
Atividade 5:
Cada cor um som
Atividade 6:
História sonora

Desde que nasce, a criança estabelece relações com o mundo a sua volta por meio de experiências sensoriais. A música possibilita à criança explorar esse mundo com seu corpo em movimento, interligando-se ao universo sonoro.

A MÚSICA E A CRIANÇA
melhora o desenvolvimento geral.
diminui problemas de aprendizado.
melhora o funcionamento do cérebro.

MÚSICA E INCLUSÃO
ADAPTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Em nosso trabalho, com crianças com e sem deficiência visamos utilizar de forma lúdica atividades musicais que vivenciem o corpo, o som e o ritmo por meio de jogos e brincadeiras para que a criança assimile melhor os conteúdos propostos e alcance os objetivos traçados de maneira significativa.

De acordo com Louro et al. (2006, p. 82), ocasionalmente, são necessárias adaptações e adequações feitas pelos professores para “facilitar ou viabilizar a aprendizagem de alunos que possuem maiores dificuldades”.

Dentre as Adaptações Pedagógicas, aquela que consiste na mais usada pelos professores é a adaptação do método de ensino e do material, isto é, “alterações na maneira de lecionar, no material utilizado para favorecer a compreensão dos alunos ou nas estratégias de ensino, levando em consideração as particularidades de cada um” (LOURO et al., 2006, p. 84).

Podemos considerar a música como uma grande aliada na educação para o processo de inclusão de crianças com deficiência e na promoção da interação na diversidade escolar.

Recursos
visuais, táteis e sonoros
fantoches, dedoches, lenços, cordas, tecidos, baldes, bambolês, bichos de pelúcia, bolas de diferentes tamanhos e texturas, etc.
Tendo em conta que a música, modo peculiar de se organizar experiências, atende a diferentes aspectos do desenvolvimento humano (físico, mental, social, emocional, espiritual), infere-se ser possível recortar seu papel como agente facilitador e integrador no processo educacional, enfatizando desse modo sua importância nas escolas em virtude de sua ação multiplicadora de crescimento. (SEKEFF, 2007, p. 18)
Inclusão Educacional
Música e movimento
Trabalhar – noção de corpo no espaço físico, consciência corporal, desinibição, coordenação motora, noção de tempo, atenção, esquema corporal, tônus, equilíbrio e integração em grupo.
Andar pelo espaço
Cada cor um som
Sonorização de história
Guli guli
Brinquedo cantado
Escravos de Jó
Atividade 8:
Guli guli
Gainza (1988) considera que os recursos de todo tipo destinados a atrair o sujeito para o objeto musical e, posteriormente, fazer com que o focalize com atenção e concentração, atuam como catalizadores de processo natural de musicalização, dando lugar, por sua vez, a um subprocesso de motivação, cujo objetivo é estimular o indivíduo, de modo a aumentar a quantidade e a qualidade de seus alimentos musicais (GAINZA, 1988, p. 27, grifo da autora).

A partir da experiência musical, a criança amplia sua percepção sonora, entrando em contato com diversas fontes sonoras.

Brincando, ela se relaciona com a música através do canto, da escuta, dos movimentos corporais e do contato com os instrumentos musicais.

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“O Morro dos Ventos Uivantes”, a Metafísica do Amor e a Neurobiologia Evolutiva

Esta palestra propõe um diálogo entre a literatura, a metafísica do amor e a neurobiologia do amor. O objetivo é estabelecer uma relação entre diferentes campos, contribuindo para a construção da matriz de pensamento contemporânea sobre o encontro das neurociências com o sentimento amoroso. Parte da obra de Emily Bronte, passando por Schopenhauer e Darwin. Este vídeo foi gravado durante as atividades práticas do “I Semana Arte+Ciência”, que ocorreu em 19/11/2016, no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), na UFRJ. Palestra sobre Redes Sociais na Divulgação Científica como Campo de Pesquisa – Prof. Dr. Glaucio Aranha (OCC / ESAJ-RJRJ). Evento promovido por Ciências e Cognição.

Sobre a palestrante:

Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em 1993 e doutora em Neurologia pela Technische Universität München (Alemanha) em 2002. Título de Especialista em Psiquiatria pela Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Psiquiatria. Título de especialista em Neurologia pela Associação Médica Brasileira e Academia Brasileira de Neurologia. Desde 2008 professora associada da Faculdade de Ciências da Saúde (curso de Medicina) na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Foi docente na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e na Universidade de Marília (UNIMAR). Docente em cursos de pós-graduação nas áreas de Saúde e Educação. Tem experiência nas áreas de transtornos de aprendizado, neurocognição, aspectos neuropsiquiátricos na infecção pelo HIV.

A atividade foi promovida por “Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação e Ensino de Neurociências” (CeC-NuDCEN), do IBCCF/UFRJ.

O vídeo é um recorte do evento e possui direitos reservados.

Neuroquest – Vídeocast – Episódio 06 – Medula Espinal

Roteiro e Apresentação – Aliny Carvalho (Medicina/UFRJ)

Imagens, som e edição – Hugo Marins (OCC/ECO/UFRJ)

Produção Executiva: Alfred Sholl e Glaucio Aranha.

Realização: “Ciências e Cognição”

Trilha sonora: Wallpaper Kevin MacLeod (incompetech.com)

Licença: Todos os Direitos Reservados. Autorizada a divulgação e incorporação com referência explícita à detentora dos Direitos – Ciências e Cognição.

Neuroquest – Episódio 05 – Organização do Encéfalo

No quinto episódio do videocast ‘NeuroQuest’, foi abordado o tema “Organização do Encérebro”, com a apresentação de Aliny Carvalho.

Roteiro e Apresentação – Aliny Carvalho (Medicina/UFRJ)
Imagens, som e edição – Hugo Marins (OCC/ECO/UFRJ)

Produção Executiva: Alfred Sholl e Glaucio Aranha.
Realização: “Ciências e Cognição”

Trilha sonora: Wallpaper Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons By Attribution 3.0 License
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Todos os Direitos Reservados. Autorizada a divulgação e incorporação com referência explícita à detentora dos Direitos – Ciências e Cognição.

“Atividades práticas para musicoterapia com autistas” – Mt. Michele Senra

Este vídeo é voltado para musicoterapautas e foi gravado durante as atividades práticas do “I Workshop Arte+Ciência e Inclusão”, que ocorreu em 19/11/2016, no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), na UFRJ.

Nesta parte das atividades do dia, a musicoterapeuta Michele Senra apresenta algumas atividades práticas desenvolvidas para atividades de musicoterapia. Trata-se, exclusivamente, da parte prática do workshop.

A atividade foi promovida por “Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação e Ensino de Neurociências” (CeC-NuDCEN), do IBCCF/UFRJ. O vídeo é um recorte do evento e possui direitos reservados.

“Neurociências, Arte e Criatividade” – Prof. Dr. Alfred Sholl Franco.

I Workshop Arte + Ciências e Inclusão – 19/11/2016, na UFRJ. Palestra: “Neurociências, Arte e Criatividade” – Prof. Dr. Alfred Sholl Franco (UFRJ).

Sobre o palestrante: Biólogo (Faculdades Maria Thereza), Especialista em Neurobiologia (UFF), Mestre e Doutor em Ciências Biológicas (Modalidade Biofísica, URFJ). Atualmente é Professor Associado I (UFRJ, IBCCF, Programa de Neurobiologia), Coordenador da Extensão no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (CATE, IBCCF, UFRJ), do Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação Científica e Ensino de Neurociências (CeC-NuDCEN) e do Núcleo de Novas Tecnologias e Mídias (NNOTEM) . Dedica-se à pesquisa básica em estudos sobre proliferação, diferenciação e morte celular no sistema nervoso e à pesquisa em Neuroeducação, nas áreas de corporeidade, aprendizado, narrativa, artes e inclusão. Tem experiência nas áreas de Neurociências, Divulgação Científica e Editoração Eletrônica, com ênfase nas sub-áreas de Neuroimunomodulação, Biologia Celular, Desenvolvimento, Aprendizagem, Regeneração no Sistema Nervoso e Educação/Divulgação Científica e Inclusão. Participa como Pesquisador Associado ao Laboratório de Neurogênese (IBCCF, UFRJ), onde desenvolve projetos de pesquisa nas áreas de desenvolvimento do sistema nervoso, neuroimunomodulação, neuroplasticidade, neurodegeneração e regeneração. Coordena o Centro de Estudos em Neurociências e Educação (NEUROEDUC), onde desenvolve atividades de editoração, pesquisa em neuroeducação, aprendizagem, corporeidade, narrativa, artes, inclusão e divulgação científica. É membro permanente das Pós-Graduações da UFRJ em Ciências Biológicas (Biofísica – conceito Capes 7) e MP-EGeD (conceito Capes 4) e da Pós-Graduação da UFF em Diversidade e Inclusão (CMPDI – Conceito Capes 4). Membro da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC), da Society for Neuroscience (SfN), da International Mind, Brain and Education Society (IMBES) e da Rede Nacional de Ciência para a Educação (CpE). Fundador e Editor-Chefe da revista científica "Ciências e Cognição? (CAPES Qualis B1 em Psicologia e B2 em Educação e Ensino).

“Autismo” – Profa Dra Elisabete Castelon Konkiewitz – I Workshop Arte + Ciências e Inclusão

I Workshop Arte + Ciências e Inclusão – 19/11/2016, na UFRJ. Palestra sobre Autismo – Profa. Dra. Elisabete Castelon Konkiewitz (UFGD). Evento promovido por Ciências e Cognição.

Sobre a palestrante: Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em 1993 e doutora em Neurologia pela Technische Universität München (Alemanha) em 2002. Título de Especialista em Psiquiatria pela Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Psiquiatria. Título de especialista em Neurologia pela Associação Médica Brasileira e Academia Brasileira de Neurologia. Desde 2008 professora associada da Faculdade de Ciências da Saúde (curso de Medicina) na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Foi docente na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e na Universidade de Marília (UNIMAR). Docente em cursos de pós-graduação nas áreas de Saúde e Educação. Tem experiência nas áreas de transtornos de aprendizado, neurocognição,aspectos neuropsiquiátricos na infecção pelo HIV.

NeuroQuest – Vídeocast – Episódio 4: De célula a Cérebro

O Neuroquest Retorna sua programação trazendo o detalhes de como é formado o nosso cérebro.

Roteiro e Apresentação – Aliny Carvalho (Medicina/UFRJ)

Imagens, som e edição – Hugo Marins (OCC/ECO/UFRJ)

Produção Executiva: Alfred Sholl e Glaucio Aranha.

Realização: “Ciências e Cognição”

Trilha sonora: Wallpaper Kevin MacLeod (incompetech.com)

Licença: Todos os Direitos Reservados. Autorizada a divulgação e incorporação com referência explícita à detentora dos Direitos – Ciências e Cognição.

“Extensão Universitária: por que e como cumprir?”

O vídeo apresenta um debate em torno das configurações da extensão universitária na UFRJ, no ano de 2016/2017. A apresentação conta com as falas do Prof. Dr. Alfred Sholl Franco (IBCCF/UFRJ) e da Profa. Dra. Débora Henrique Anjos (IBCCF/UFRJ), durante o evento II FÓRUM DE EXTENSÃO DO INSTITUTO DE BIOFÍSICA CARLOS CHAGAS FILHO.