Entrevista com Alfred Sholl Franco para o portal ComCiência

Entrevista com Alfred Sholl Franco para o portal ComCiência, em 09 de março de 2019, na qual são abordados os temas: comunicação científica, neurociências, educação e envelhecimento saudável. A entrevista intitulada “Alfred Sholl: ‘Pessoas bem informadas tendem a cometer menos erros de juízo’“, foi realizada por Luanne Caires. A seguir trechos da entrevista:

O termo neurociências abrange diferentes ciências, com amplas abordagens. O que caracteriza a base comum de todas elas?

No caso das neurociências, a base comum é o foco no sistema nervoso, e há uma busca das diferentes áreas para demarcarem suas prioridades. Isso não quer dizer que uma área é mais importante do que a outra, mas as visões são sempre direcionadas, dependem do histórico e da formação de quem organiza o grupo de pesquisa. (…) Neurociência é um termo abrangente e sujeito a muitos questionamentos. Uma boa maneira de perceber isso é quando uma pessoa se diz neurocientista. É difícil saber exatamente com o que ela trabalha. Eu, por exemplo, coordeno o Núcleo de Estudos em Neurociências e Educação (Neuroeduc). Nele há profissionais e estudantes de fonoaudiologia, educação física, matemática, psicologia, biomedicina. A premissa é um trabalho multidisciplinar e transdisciplinar, que também caracteriza vários outros grupos da área no Brasil, como o Neuroeduca, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e o Instituto do Cérebro, no Rio Grande do Norte.”

O termo neuro ganhou muito glamour nos últimos anos e praticamente qualquer conteúdo associado às neurociências chama a atenção. Não é difícil entender o fascínio pelo nosso cérebro, mas a “glamourização” das neurociências tem riscos. Como lidar com isso?

As pessoas colocam o prefixo neuro(-) em tudo. (…) O maior remédio para essa glamourização é a informação. As pessoas precisam saber onde conseguir informações corretas e confiáveis. Não adianta ler o blog de qualquer um. Vá ao site de universidades, fontes oficiais, institucionais. E, se for um pesquisador, procure o currículo. A plataforma Lattes, por exemplo, é uma fonte confiável de currículos.

(…)

Divulgar é importante porque pessoas bem informadas tendem a cometer menos erros de juízos, menos erros de interpretação e, portanto, serão avaliadoras melhores das necessidades da sociedade e ajudarão a tecer políticas públicas. É isso que tentamos fazer com o núcleo Ciências e Cognição, na UFRJ: investir em novos ramos para promover conscientização pública. De modo geral, as neurociências têm caminhado bastante em promover divulgação científica. Uma boa iniciativa aqui no Brasil é a Semana do Cérebro. Começamos há dez anos e há oito ela é nacional, ajudando a estimular mais ainda o processo de alfabetização científica da população.

Parte da conscientização sobre as neurociências passa pela educação. Do mesmo modo, o conhecimento científico pode contribuir muito para as práticas escolares. Quais são os principais desafios em aproximar os avanços no conhecimento e a prática em sala de aula?

Quando ensinamos a criança a discutir, a refletir sobre concepções, estamos investindo não em curto prazo, mas em longo prazo. Por isso estamos criando a RedENeuro no Rio de Janeiro. Essa é uma rede de estudos em neurociências que fomentará o desenvolvimento de pequenos projetos de pesquisa nas escolas. A ideia é formar pequenos cientistas que tenham visões distintas sobre as neurociências, em parceria com professores de física, química, biologia, português, matemática. Vamos tentar fazer a primeira mostra do projeto durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em outubro.

Ciências e Cognição recebe escolas para atividades na IX Semana do Cérebro do Rio de Janeiro em 2018. Imagem: Ciências e Cognição.

Outro ponto importante é promover a formação inicial e continuada dos profissionais da educação. São poucas as universidades que ofertam cursos de neurociências para pedagogos e licenciandos, por exemplo – e essa é uma mudança que não ocorre de um momento para o outro e não basta simplesmente mudar o currículo. Uma formação adequada sobre o desenvolvimento é especialmente importante na pré-escola e no ensino infantil, quando a criança está em um período crítico de desenvolvimento cerebral e estabelecimento de circuitos neurais. (…).

Também temos que pensar em por que o conhecimento tem que ser produzido no centro de pesquisa e depois ir para a escola? Por que não podemos capacitar professores, coordenadores pedagógicos e outros profissionais a trabalharem em conjunto com os pesquisadores? Atualmente, os dois mundos (da escola e da ciência) não se veem como pares. A escola acha que os pesquisadores não a escutam e não querem saber do que ela precisa, e os pesquisadores estão preocupados com a captação de verba. Como pesquisador, ao escrever um projeto, uma preocupação é como contemplar o edital. Faltam editais que promovam ou incentivem a integração com as escolas, o que tira, muitas das vezes, a realidade da escola de vista. Outro problema é que as escolas resistem à presença do pesquisador porque ele coleta os dados e nunca volta. Não há um retorno dos resultados da pesquisa para a escola. Assim, para tentar resolver essa falta de diálogo, essa falta de apoio, estamos desenvolvendo a RedENeuro.

Hoje passamos muito tempo trabalhando e interagindo socialmente por meio de telas e redes sociais. Como essa nova dinâmica de ferramentas e relações interpessoais afeta o funcionamento cerebral?

A imersão nesse mundo tecnológico e de redes sociais pode comprometer a capacidade de atenção e dedicação do sistema nervoso. Entretanto, essas mudanças não são ruins nem boas, elas são a realidade atual. Então temos que aprender a lidar melhor com elas. No caso das crianças e jovens que ainda estão em desenvolvimento, por exemplo, não adianta privar. Temos que supervisionar e direcionar o uso, como já aconteceu com o carro e com a televisão. Avaliar o quanto a ferramenta é útil e o quanto é prejudicial para o indivíduo. (…) As ferramentas tecnológicas cativam: um aluno hoje assiste a dez pequenos vídeos de três minutos sobre um assunto se você direcionar o que ele deve assistir, mas ele não consegue ler o livro por meia hora. Hoje em dia eu uso aplicativos para ensinar conteúdos de neurociências nas minhas aulas na UFRJ, assim como produzimos materiais em diferentes mídias, disponíveis no nosso site e canal do YouTube.

Que hábitos podemos ter para envelhecer com uma melhor saúde do sistema nervoso?

(…) Nosso sistema nervoso se transforma a partir de cada informação que chega desde que estamos dentro da barriga da mãe. Eu diria que uma boa alimentação, exercício físico e estimulação contínua forma uma boa receita. Não podemos pensar que estamos velhos demais para fazer alguma coisa. Em qualquer momento da vida você pode aprender uma segunda, terceira, quarta e décima língua, aprender a dançar, sair para apreciar o mundo, fazer meditação. É preciso lembrar que o envelhecer é resultado do conjunto de fatores da nossa vida inteira, que começamos a envelhecer desde que somos gerados.

Existem muitas compreensões equivocadas sobre conceitos das neurociências. Quais são os principais equívocos que ainda persistem no imaginário social?

Um equívoco que ainda persiste muito nas escolas, por exemplo, é que a gente não usa o sistema nervoso todo. Muitos alunos e professores acham que só usamos uma porcentagem (o mito dos 10%). Outro mito é o de que o uso de drogas não afeta o sistema nervoso, porque sempre tem aquele exemplo do amigo que usou e não aconteceu nada. (…) Nosso sistema nervoso trabalha com uma margem de reserva, temos certa plasticidade, mas com a idade pagamos o preço. E há o mito da ginástica cerebral, de que a prática de exercícios no celular ou no computador deixa a pessoa mais inteligente. Ficar encaixando um desenho dentro do outro ou decorando o caminho traçado entre pontos é um bom exercício mental? Sim. Mas isso agiliza o raciocínio, a memória operacional, a atenção, o que é diferente de deixar a pessoa inteligente, melhorar o desempenho no processamento de informações de matemática, linguística, história, geografia. (…)

(…)

Estamos na década da mente. O objetivo é entender melhor como os processos mentais se integram, sejam eles genéticos, comportamentais, sociais, educacionais. Por isso, uma área de grandes descobertas será aquela relacionada à compreensão de como os processos mentais estão conectados. A terapia gênica também é outra área com potencial para grandes revoluções, porque pode diminuir a progressão ou mesmo evitar a instalação de doenças relacionadas ao sistema nervoso.

Leia a entrevista completa no link:
http://www.comciencia.br/alfred-sholl



Reunião do grupo de pesquisa NEUROEDUC – dia 08/04/19

Informamos que a próxima reunião do grupo de pesquisa NEUROEDUC será realizada no dia 08/04/2019 (segunda-feira), às 10:00, na sala G-015, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), localizado no Centro de Ciências da Saúdes (CCS), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão. O tema da reunião será a implementação do projeto do projeto RedENeuro.

Palestra “Neurociências, Alfabetização e Educação Básica: Aspectos Relevantes para Pais e Educadores”

No dia 14/03/2019, ocorreu mais uma atividade relacionada com a X Semana do Cérebro, no Rio de Janeiro, com a palestra Neurociências, Alfabetização e Educação Básica: Aspectos Relevantes para Pais e Educadores“, proferida pela Profa. Giselle Mendes. O evento foi promovido pela Escola de Administração Judiciária (ESAJ), do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). A palestra teve como público-alvo tanto serventuários da Justiça, quanto o público em geral, tendo inscrição esgotada.

A palestra contou com atividades práticas, ilustrando para o público participante os conceitos trabalhados.

Sobre o evento, visite o histórico no site: www.cienciasecognicao org/semana_do_cerebro



Linha de pesquisa em TDAH tem desdobramento com novo integrante

No dia 26/02/2019, a equipe de Ciências e Cognição teve a feliz notícia sobre a aprovação de João Vitor Gallo Esteves no processo seletivo de doutorado (MD/PhD) do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Biofísica, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF/UFRJ), onde desenvolverá a pesquisa “Prevalência de alterações visomotoras e efeitos de um programa de estimulação visomotor nas habilidades de leitura em escolares com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) da rede pública de ensino do município de São Fidélis-RJ“, sob a orientação do Prof. Dr. Alfred Sholl Franco (IBCCF/UFRJ).

O projeto conta com o apoio da Organização Ciências e Cognição (OCC) e CENSUPEG, buscando contribuir para o aumento do conhecimento sobre TDAH e formas de melhorar as condições de vida de crianças com o transtorno.

João Vitor atuava em diversos projetos de Ciências e Cognição, em especial em atividades relacionadas com o Núcleo de Novas Tecnologias e Mídias (NNOTEM). Seu comprometimento e conhecimento vem ser reforçado por mais este passo, agora integrando a equipe de pesquisadores do Neuroeduc (Núcleo de Pesquisa em Neurociências e Educação).

VI Curso de Verão em Neurociências – 14/01/2016

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Edital disponível e inscrições abertas para a 6a. edição do Curso de Verão em Neurociências (8a. edição dos Cursos de Férias em Neurociências), fruto da parceria entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Federal Fluminense e a Organização Ciências e Cognição.

Vagas Limitadas para alunos do Ensino Médio e Professores de CIências!

EDITAL

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XI Curso de Formação Continuada em Neuroeducação – 23 a 27/01/2016

2014-panfleto-cfcn-okJá está disponível o Edital do XI Curso de Formação Continuada em Neuroeducação. A partir de 28/10/2016, estarão disponíveis as inscrições. Está será a 11a. edição do Curso de Formação Continuada em Neuroeducação. As vagas tem número limitado e público alvo específico. O Edital descreve todos os requisitos para inscrição, procedimentos e datas. As inscrições estarão abertas até que seja completado o número de vagas. Como nas edições anteriores, em face da procura elevada, não haverá ‘fila de espera’ ou prorrogação, tendo em vista que as vagas habitualmente encerram antes do término do período de inscrição.

Para acessar o Edital, CLIQUE AQUI.

 

Reunião do NeuroEduc (15/07). Tema: ‘Exergames e crianças com TDAH’

logo - neuroeduc2No dia 15/07, ocorrerá a reunião do grupo de pesquisa NeuroEduc, que tratará do tema “Exergames e crianças com TDAH”, bem como da apresentação da consolidação das linhas de pesquisa, conforme discussão da última reunião (10/06). A reunião se destina, principalmente, aos integrantes dos grupos de pesquisa (pesquisadores e orientadores) do NeuroEduc e ocorrerá na sala G1-009, no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), Centro de Ciências da Saúde (CCS), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, das 10:00 às 12:00.

Resumo do tema da discussão:

Indivíduos que apresentam transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) demonstram diferenças marcantes no seu desenvolvimento perceptivo-motor. Verifica-se que crianças com TDAH apresentam maior lentidão e menor atenção quando da realização de tarefas específicas, assim como uma perda progressiva de atenção sustentada e prontidão de resposta, o que prejudica a realização de tarefas motoras. Neste sentido diversos estudos vem mostrando a importância da prática de exercícios físicos para a melhora na capacidade de concentração e de processar informações de maneira mais organizada. A partir do comentado a ideia é discutir a influência de exergames para a melhora do desenvolvimento perceptivo-motor de crianças com TDAH. Isto ocorrerá através da apresentação breve dos resultados do meu trabalho de doutorado sob a orientação do professor Alfred Sholl Franco.

Reunião do NeuroEduc – Dia 28/08/2015 – Tema: PROMOÇÃO DA LINGUAGEM EMOCIONAL: O QUE O PROFESSOR TEM A VER COM ISSO?

A próxima reunião do Neuroeduc (Centro de Estudos em Neurociências e Educação) acontecerá no dia 28/08/2015, no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), Centro de Ciências da Saúde (CCS), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, das 10:00 às 12:00, na sala G1-009, bloco G.

  • Tema: Promoção da linguagem emocional: o que o professor tem a ver com isso?
  • Resumo: A linguagem emocional representa um conjunto de competências cognitivo-linguísticas que permite o indivíduo compreender e produzir significados afetivos e semânticos, tais como expressar e compreender estados emocionais e a intenção do emissor da mensagem. Essas qualidades facilitam a comunicação interpessoal e consequentemente o aprendizado decorrente das relações inauguradas com o ingresso escola. O educador é quem, rotineiramente norteia comportamentos sociais e orienta o uso da linguagem dos alunos para de acordo com o contexto. Nesse processo, assume lugar privilegiado tanto para a promoção da linguagem emocional quanto para a detecção dos sinais de dificuldades.Os transtornos do espectro autístico (TEA) e as alterações sensoriais (Surdez e Cegueira) apresentam particularidades em relação à qualidade do discurso emocional. Essas falhas interferem nas qualidades comunicativa e social e deve ser considerada também pela escola.

    A mestranda e fonoaudióloga Anna Carolina Miguel apresentará na próxima reunião do NEUROEDUC as particularidades do discurso emocional em quadros de Autismo, Surdez e Cegueira, discutindo como os educadores as percebem e a relevância teórico-prática desse conhecimento para inclusão.

  • Apresentação: Anna Carolina Miguel (UFF, CeC-Nudcen)

A reunião visa apresentar e discutir temas relacionados com as pesquisas em andamento nos Grupos de Trabalho (GT), do Neuroeduc, sendo destinadas aos pesquisadores e associados de Ciências e Cognição, mas aberta para participação como ouvinte do público externo. Para o público externo, enviar e-mail com antecedência de no mínimo 24 horas, informando o desejo de participar para cecnudcen@cienciasecognicao.org, tendo em vista o número limitado de assentos. Não há emissão de certificados ou declarações de participação.

Livro: “Fazendo Arte com o Cérebro”

COMPRE JÁ

SHOLL-FRANCO, Alfred; VEQUE, Thais. FAZENDO ARTE COM O CÉREBRO. Rio de Janeiro: Ciências e Cognição, 2013.

O livro é destinado ao público infanto-juvenil e estabelece uma ponte entre as artes e as neurociências através de atividades de desenho, pintura, dentre outras. Apresenta uma série de atividades e conceitos na fronteira das artes e das neurociências para o público infanto-juvenil de modo lúdico e divertido.

Conteúdo

  • O que é “desenhar” e “colorir”?
  • Materiais e técnicas: modos de uso
  • Cor: luz, pigmento, círculo cromático, etc.
  • Reconhecimento das formas geométricas básicas
  • Tutorial de desenho
  • Conceitos introdutórios sobre o Sistema Nervoso
  • Imagens so Sistema Nervoso para colorir
  • Jogo da memória
  • Labirinto
  • Quebra-cabeça
  • Capacete do Cérebro

FAZENDO ARTE COM O CÉREBRO

Alfred Sholl-Franco e Thais Veque

I.S.B.N.: 978-85-66768-01-5
Cód. Barras: 9788566768015
Altura: 29 cm.
Largura: 21 cm.
Acabamento : Capa couché 250 g/m2
Edição : 1a. Edição
País de Origem : Brasil
Idioma : Português
Número de Paginas : 36
Categoria: Artes / Neurociências

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Por motivo de recesso das atividades, não haverá expediente do dia 19/12/2104 até 07/01/2015. Compras realizadas neste período, somente serão despachadas, a partir do dia 08/01/2015.

Neuroeduc discutiu Aprendizagem Significativa

No dia 03/06, o tema “A Teoria da Aprendizagem Significativa: Contribuições para o Ensino e a Pesquisa sobre o Ensino” foi apresentado e discutido no grupo de estudos Neuroeduc (Núcleo de Estudos em Neurociências e Educação), de Ciências e Cognição. A apresentação foi conduzida pela Profa. Talita da Silva de Assis (integrante do grupo e do Geas – Fiocruz).

Neurociências Aplicadas a EducaçãoO ponto de partida foi a a compreensão dos conceitos básicos e propostas da Teoria da Aprendizagem Dignificativa (TAS) e suas possíveis contribuições para a prática e para a pesquisa na área de Educação e afins. Participaram da reunião os integrantes do Neuroeduc: Alfred Sholl, Glaucio Aranha, Talita da Silva de Assis, Mariza Sodré, Fabiana Villaça, bem como ouvintes externos. As reuniões do Neuroeduc são abertas para a participação de ouvintes e o calendário das reuniões é divulgado através da pagina do Neuroeduc.