Reunião do grupo de pesquisa NEUROEDUC – dia 08/04/19

Informamos que a próxima reunião do grupo de pesquisa NEUROEDUC será realizada no dia 08/04/2019 (segunda-feira), às 10:00, na sala G-015, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), localizado no Centro de Ciências da Saúdes (CCS), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão. O tema da reunião será a implementação do projeto do projeto RedENeuro.

Reunião do Neuroeduc – 02/10/2015 – Tema: Arte+Ciência e Inclusão: uma perspectiva multidisciplinar sobre a utilização de atividades musicais (Liliam Ameal)

02/10/2015: das 10:00 às 12:00h (sexta-feira) – G1-009

  •  Apresentadora: Liliam Ameal (Colégio Pedro II, Mestranda do IBQM/UFRJ)
  • Tema: Arte+Ciência e Inclusão: uma perspectiva multidisciplinar sobre a utilização de atividades musicais
  • Resumo: Entendemos que as inter-relações e interlocuções entre  arte, ciência e o processo de inclusão, se mais conhecidas, poderão ajudar a lidar com as dificuldades de aprendizagem e relacionamento que encontramos na sociedade e, em particular, no ambiente educacional. Desta forma, discutiremos algumas descobertas científicas sobre a importancia da utilização de atividades/recursos musicais para a inclusão de crianças e jovens com transtorno do espectro autista (TEA), dentre outros distúrbios. Nesta apresentação será discutida ainda a estrutura de um site desenvolvido para divulgação desta temática e a pesquisa desenvolvida pelo grupo na área de musica, neurociências e inclusão.

Reunião do Neuroeduc – 28/08/2015 – Tema: Promoção da linguagem emocional: o que o professor tem a ver com isso? (Anna Carolina Miguel)

28/08/2015: das 10:00 às 12:00h (sexta-feira) – G1-009

  •  Apresentador: Anna Carolina Miguel (UFF, CeC-Nudcen)
  • Tema: Promoção da linguagem emocional: o que o professor tem a ver com isso?
  • Resumo: A linguagem emocional representa um conjunto de competências cognitivo-linguísticas que permite o indivíduo compreender e produzir significados afetivos e semânticos, tais como expressar e compreender estados emocionais e a intenção do emissor da mensagem. Essas qualidades facilitam a comunicação interpessoal e consequentemente o aprendizado decorrente das relações inauguradas com o ingresso escola. O educador é quem, rotineiramente norteia comportamentos sociais e orienta o uso da linguagem dos alunos para de acordo com o contexto. Nesse processo, assume lugar privilegiado tanto para a promoção da linguagem emocional quanto para a detecção dos sinais de dificuldades.Os transtornos do espectro autístico (TEA) e as alterações sensoriais (Surdez e Cegueira) apresentam particularidades em relação à qualidade do discurso emocional. Essas falhas interferem nas qualidades comunicativa e social e deve ser considerada também pela escola.

Reunião do Neuroeduc – 03/07/2015 – Tema: A Teoria da Aprendizagem Significativa: Contribuições para o Ensino e a Pesquisa sobre o Ensino (Talita Assis)

03/07/2015: das 10:00 às 12:00h (sexta-feira) – G1-030

  •  Apresentador: Talita da Silva de Assis (Geas- Fiocruz, CeC-NuDCEN e SEEDUC)
  • Tema: A Teoria da Aprendizagem Significativa: Contribuições para o Ensino e a Pesquisa sobre o Ensino
  • Resumo: A Teoria da Aprendizagem Significativa proposta por David Ausubel, em 1963, é uma abordagem pedagógica com viés construtivista voltada para o ensino, o que a torna totalmente atual. Sua ênfase sobre a importância em conhecer o que o aluno sabe para então organizar o ensino em função disso, chama a atenção para cuidados que a principio podem parecer pouco importantes, mas cuja ausência tem contribuído para prejuízos no processo de ensino-aprendizado no cenário educacional brasileiro. Além disso, Ausubel mostra que aprender é uma co-responsabilidade de alunos e professores. O primeiro deve ter intenção de aprender significativamente, ou seja, fazer interações substantivas, não-literais e não-arbitrárias com o conhecimento a ser aprendido; e ao professor cabe dominar sua área de ensino, selecionando conceitos estruturantes, organizando materiais potencialmente significativos a partir dos conhecimentos prévios de seus alunos, compartilhando significados e buscando evidências de que está ocorrendo a aprendizagem significativa. Por se tratar de uma teoria de ensino, a Aprendizagem Significativa também se apresenta como um referencial interessante a ser adotado na formação de pesquisadores na área de ensino e análises relacionadas.

Reunião do Neuroeduc – 12/06/2015 – Tema: Aspectos cognitivos do uso de mídias para a divulgação científica e ensino (Glaucio Aranha)

12/06/2015: das 10:00 às 12:00h (sexta-feira) – C1-002 

  •  Apresentador: Glaucio Aranha
  • Tema: Aspectos cognitivos do uso de mídias para a divulgação científica e ensino.
  • Local: Sala G1-030, Bloco G, Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), Centro de Ciências da Saúde, UFRJ.
  • Resumo: A midiatização da divulgação científica e do ensino parece não estar levando em consideração as especificidades cognitivas relacionadas com cada mídia em relação à produção de sentido. Outro aspecto ainda pouco considerado neste tipo de uso das mídias diz respeito às implicações que cada uma impõe para a construção da mensagem. Neste sentido, serão discutidos alguns dos postulados de Marshall McLuhan e Pierre Levy  acerca do modo como os meios de comunicação interferem no processo de construção do conhecimento aplicando-os ao contexto do ensino e da divulgação científica.

Reunião do Neuroeduc – 15/05/2015 – Tema: Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa (Mariza Sodré)

15/05/2015: das 10:00 às 12:00h (sexta-feira) – G1-009

  • Apresentador:Mariza Sodré
  • Tema: Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa
  • Local: Sala G1-030, Bloco G, Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), Centro de Ciências da Saúde, UFRJ.
  • Resumo: O mapa conceitual é uma estrutura esquemática útil para representar um conjunto de conceitos imersos numa rede de proposições. Para utilizá-lo como ferramenta no processo ensino-aprendizagem, deve-se considerar a aquisição do conhecimento como uma rede, na qual o aprendiz relaciona a informação que lhe é apresentada com seu conhecimento prévio sobre o tema, partindo das questões mais gerais para depois trabalhar as mais específicas, levando o autor a compreender as relações entre os conceitos enunciados e a buscar novas interações, resultando em uma aprendizagem significativa, de acordo com a teoria de David Ausubel. Além disso, existe uma grande proximidade entre a memória visual e a maneira como o mapa é apresentado, o que faz seu processamento requerer menos transformações cognitivas que o processamento de um texto, e desse modo não excede as limitações da memória de curto prazo.

Reunião do Neuroeduc – 10/04/2015 – Tema: Motivação e Adolescência

10/04/2015: das 10:00 às 12:00h (sexta-feira) – G1-0092015 - Neuroeduc - Ciencias e Cognicao

  •  Apresentador: Katia Machinez da Cunha (Profa. Matemática, Mestranda pelo PPG em Diversidade e Inclusão – UFF)
  • Tema: Motivação e Adolescência
  • Local: Sala G1-030, Bloco G, Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), Centro de Ciências da Saúde, UFRJ.
  • Resumo: A adolescência é um período caracterizado por uma série de mudanças cognitivas, sociais, físicas e emocionais, decorrentes da interação de fatores biológicos (genéticos, hormonais e neurais) e ambientais. Essas mudanças influenciam funções como motivação acadêmica e estratégias de aprendizagem em dois período críticos de transição acadêmica.  O objetivo desta reunião é apresentar uma revisão sobre a motivação na adolescência segundo a visão das neurociências, e os instrumentos de avaliação da motivação validados em pesquisas nacionais, a fim de compreender a importância da motivação  para o desenvolvimento cognitivo e conquistas acadêmicas a longo prazo.