O universalismo semântico cognitivo em um estudo sobre termos básicos referentes a cores na língua indígena Shanenawa (Pano)

Autores

  • Lincoln Almir Amarante Ribeiro Grupo de Investigação Científica de Línguas Indígenas (GICLI), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
  • Gláucia Vieira Cândido GICLI, Curso de Letras, Unidade Universitária de Ciências Socioeconômicas e Humanas (UnU CSEH), Universidade Estadual de Goiás (UEG), Anápolis, Goiás, Brasil

Palavras-chave:

relativismo, universalismo semântico cognitivo, termos de cores, línguas indígenas, língua Shanenawa

Resumo

Neste artigo apresentaremos os resultados de um estudo sobre termos empregados para indicar coresna língua indígena Shanenawa da família Pano. O objetivo do referido estudo é tentar classificar essestermos de acordo com a escala evolutiva proposta por Berlin e Kay no contexto do universalismo semânticocognitivo. Na apresentação, descreveremos em linhas gerais as perspectivas teóricas do problema,enfatizando-se a controvérsia relativismo lingüístico/ universalismo semântico cognitivo e, naseqüência, será dada previamente a nomenclatura usada no estudo. Os resultados mostrarão que a línguaShanenawa, bem como outras representantes da família Pano, não podem ser classificadas evolutivamentenesse esquema e que a evolução proposta por Berlin e Kay não segue, pelo menos no concernenteàs línguas dessa família, a mesma linha do tempo que a evolução lingüística. © Cien. Cogn.2008; Vol. 13 (1): 152-162.

Como Citar

Ribeiro, L. A. A., & Cândido, G. V. (1). O universalismo semântico cognitivo em um estudo sobre termos básicos referentes a cores na língua indígena Shanenawa (Pano). Ciências & Cognição, 13(1). Recuperado de http://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/689

Edição

Seção

Artigos Científicos / Scientific Articles