A TEORIA SOCIAL COGNITIVA E O ENSINO-APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA: considerações sobre as crenças de auto-eficácia matemática

Autores

  • Edmilson Minoru Torisu Universidade Federal de Ouro Preto

Palavras-chave:

teoria social cognitiva, auto-eficácia, ensino e aprendizagem da Matemática.

Resumo

O objetivo desse ensaio é comentar, brevemente, a Teoria Social Cognitiva, idealizada por Albert Bandura e discutir o papel do construto auto-eficácia no contexto escolar, mais especificamente no ensino e aprendizagem da Matemática. As crenças de auto-eficácia constituem a base da motivação de um indivíduo e se relacionam com a autopercepção dos mesmos sobre seu próprio potencial. A literatura indica que alunos que desenvolvem crenças de auto-eficácia mais robustas dedicar-se-ão por mais tempo e com mais empenho a uma tarefa, tendo mais chances de lograr êxito. Considerando o desempenho dos alunos brasileiros em Matemática (SIMAVE, Prova Brasil e outros) na última década, temos um quadro preocupante. Nesse sentido, o desenvolvimento de crenças de auto-eficácia mais robustas poderia contribuir para a construção de uma relação mais favorável com a Matemática e para um melhor desempenho dos estudantes. Para isso, são necessários estudos que investiguem a influência das crenças de auto-eficácia sobre a motivação e o desempenho dos mesmos, bem como a criação de estratégias para seu desenvolvimento.Esse ensaio é um primeiro passo nessa direção, tendo em vista a escassez de estudos nessa área, relacionados à Matemática.

 

Biografia do Autor

Edmilson Minoru Torisu, Universidade Federal de Ouro Preto

Mestrando do programa de mestrado em Educação Matemática da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) - MG - Especilaização em Educação Matemática pela Universidade Federal de Ouro Preto - Graduação: Bacharelado e Licenciatura em Matemática - Universidade Federal de Juiz de Fora - Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB - UFOP

Publicado

2009-11-16

Como Citar

Torisu, E. M. (2009). A TEORIA SOCIAL COGNITIVA E O ENSINO-APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA: considerações sobre as crenças de auto-eficácia matemática. Ciências & Cognição, 14(3), 168-177. Recuperado de https://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/106

Edição

Seção

Ensaios Acadêmicos / Essays

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