A NOÇÃO DE GÊNERO NA CLÍNICA DA ATIVIDADE DE YVES CLOT E SEU ASPECTO NÃO-REPRESENTACIONAL

Autores

  • Gilbert Cardoso Bouyer UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto - Campus João Monlevade - MG / ICEA - Instituto de Ciências Exatas e Aplicadas - DEENP - Departamento de Engenharia de Produção

Palavras-chave:

Clínica da Atividade, Yves Clot, Gênero, Representação Mental

Resumo

Este artigo faz uma revisão do conceito de gênero da Clínica da Atividade de Yves Clot. O objetivo é demonstrar que a noção de gênero é incompatível com a ideia de representação mental do cognitivismo. Os operadores não agem com base em representação mental mas sim com base no conjunto de regras e normas tácitas do gênero. Eles não representam um mundo exterior objetivo como se a mente o espelhasse. Na verdade eles sentem, percebem e agem de acordo com o seu gênero, que funciona como um guia para a ação eficaz sem a necessidade de uma representação mental. A mente não realiza um processamento de símbolos como um computador, mas funciona amparada pelo gênero enquanto uma categoria social e histórica que apoia a ação individual dentro de um coletivo.

Biografia do Autor

Gilbert Cardoso Bouyer, UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto - Campus João Monlevade - MG / ICEA - Instituto de Ciências Exatas e Aplicadas - DEENP - Departamento de Engenharia de Produção

Professor Adjunto da UFOP - Campus João Monlevade-MG

Doutor em Engenharia de Produção pela USP

Mestre em Engenharia de Produção pela UFMG

Graduado em Engenharia Química pela UFMG

Publicado

2018-12-31

Como Citar

Bouyer, G. C. (2018). A NOÇÃO DE GÊNERO NA CLÍNICA DA ATIVIDADE DE YVES CLOT E SEU ASPECTO NÃO-REPRESENTACIONAL. Ciências & Cognição, 23(2). Recuperado de https://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/1470

Edição

Seção

Artigos Científicos / Scientific Articles