Críticas Gibsonianas à Perspectiva Representacionista da Percepção Visual

Autores

  • Flávio Ismael da Silva Oliveira Professor Voluntário do Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências da UNESP – Bauru – SP – Brasil.
  • Sérgio Tosi Rodrigues Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências da UNESP – Bauru – SP – Brasil.

Palavras-chave:

percepção visual, informação, ação

Resumo

Este estudo contrasta duas perspectivas sobre a relação animal-ambiente com base na percepção visual, a perspectiva representacionista e a perspectiva ecológica de James Gibson. A hipótese representacionista admite que não há informação suficiente no ambiente; assim, representações mentais e processos cognitivos são necessários para a interação animal-ambiente através da percepção visual. Gibson apresenta novos pressupostos, tais como o conceito ecológico de informação, assumindo que as propriedades do mundo estão disponíveis no ambiente e são detectadas sem processos cognitivos. Este estudo objetiva analisar a tradição representacionista da percepção visual e apontar as críticas gibsonianas, assim como caracterizar os principais conceitos ecológicos.

Biografia do Autor

Flávio Ismael da Silva Oliveira, Professor Voluntário do Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências da UNESP – Bauru – SP – Brasil.

Mestre em Filosofia pela Faculdade de Filosofia e Ciências (UNESP, Campus Marília).

Sérgio Tosi Rodrigues, Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências da UNESP – Bauru – SP – Brasil.

Doutor em Psicologia pela University of Calgary, AB, Canadá e Coordenador do LIVIA (Laboratório de Informação, Visão e Ação)

Como Citar

Oliveira, F. I. da S., & Rodrigues, S. T. (1). Críticas Gibsonianas à Perspectiva Representacionista da Percepção Visual. Ciências & Cognição, 6. Recuperado de https://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/529

Edição

Seção

Revisões de Literatura / Literature Reviews