Uma velha receita: o que dieta e exercício podem fazer contra a doença de Alzheimer

Autores

  • Danielle Martins Rocha Graduanda do Curso de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Palavras-chave:

educação, restrição dietética, terapia ocupacional, morte celular, neurodegeneração

Resumo

O desenvolvimento tardio da doença de Alzheimer (AD) pode ser um reflexo dos fatores ambientais que operam sobre o curso da vida.  As realizações educacionais e ocupacionais foram identificadas como fatores de proteção ao desenvolvimento da doença, contudo, a colaboração de atividades físicas e passivas tem recebido pouca atenção. Além disso, muitos estudos mostraram que a limitação dietética (ingestão reduzida de calorias) pode aumentar a resistência dos neurônios ao surgimento de disfunções e morte celular em modelos experimentais da doença de Alzheimer, doença de Parkinson e doença de Huntington. © Ciências & Cognição 2005; Vol. 06: 145-147.

Biografia do Autor

Danielle Martins Rocha, Graduanda do Curso de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Monitora de Neurofisiologia, Programa de Neurobiologia, Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF)

Publicado

2011-02-24

Como Citar

Rocha, D. M. (2011). Uma velha receita: o que dieta e exercício podem fazer contra a doença de Alzheimer. Ciências & Cognição, 6. Recuperado de https://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/533

Edição

Seção

Artigos de Divulgação Científica / Articles of scientific